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mandalas aquarela
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"A arte nos humaniza, nos individualiza, nos sintoniza com a realidade profunda do ser." (Nise da Silveira ) O excesso de conexão digital tem nos desconectado do nosso contato interno, da intuição, do que é mais humano em nós:o abraço, o toque, o olhar. Ouvir e ser ouvido. Muitas pessoas têm se queixado de um “vazio”, de não saberem quem são, o que querem, além de ansiedade, medos, depressão. Tem te sentido assim? Por isso, venho te oferecer esse “vaso alquímico” que oportuniza a reconexão com a Alma, com a criatividade, a intuição. É um tempo-espaço só para si, para entrar em contato com seu interno, descobrindo novas nuances, novas formas de olhar dentro e fora, através de uma proposta lúdica, porém profunda. As atividades criativas, os diversos materiais, a liberdade de autoexpressão oportunizam autoconhecimento. Assim, nos tornamos um pouco mais inteiros, mais em contato com nossos potenciais criativos, nossa potência de vida, de movimento, de transformação. De realização. É desejável que assista o filme Nise: o coração da loucura (Netflix, Google, YouTube) *não é necessário habilidades artísticas ou experiências anteriores MINISTRANTE: Denise Schinetzky

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Workshop: Do Caos à Consciência! Mitologia, Arteterapia e SoulCollage®️ Em uma narrativa da origem do mundo a partir dos primeiros deuses até Zeus e alguns de seus filhos passando por suas relações com os homens. De acordo com James Hollis, os mitos criam uma ponte entre o desconhecido e aquilo que conhecemos. O fazem através de sua substância simbólica, rítmica e metafórica. Estaremos experienciando a função mediadora do mito, através da Arteterapia e SoulCollage®️. Cortando, recortando e colando. Criando imagens através das colagens! Uma atividade expressiva que proporciona o contato com nossos processos pessoais e os conteúdos inconscientes de forma profunda, delicada e prazerosa. A partir da imaginação ativa, faremos um diálogo com nossos mitos internos, com nossa natureza, revelando grandes descobertas! Online no Zoom Meeting Ministrante: Corina Post, é Psicóloga (07/09471), Analista Junguiana pela IJRS/AJB/IAAP; Arteterapeuta (aatergs 010/0603). Facilitadora Credenciada do Método SoulCollage®️ Especialista em A Moderna Educação PUCRS, Coordenadora, professora e supervisora do curso de formação em Arteterapia Junguiana em parceria com o IJRS

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”A Mulher Selvagem não tem nome, por ser tão vasta. Contudo, como ela cria todas as facetas importantes da feminilidade, aqui na Terra recebe muitos nomes, não só para permitir que examine a infinidade de aspectos de sua natureza, mas também para que as pessoas se agarrem a ela. Como no início da restauração do nosso relacionamento com ela, a mulher selvagem pode se dissolver em fumaça a qualquer instante; ao lhe darmos um nome criaremos para ela um espaço de pensamento e sentimento dentro de nós. Assim ela virá, e se for valorizada permanecerá. (...) Sem ela, as mulheres não têm ouvidos para ouvir o discurso da sua alma ou para registrar a melodia dos seus próprios ritmos interiores.(...) Sem ela, as mulheres perdem a segurança do apoio de sua alma. Sem ela, se esquecem do motivo pelo qual estão aqui; agarram-se às coisas quando seria melhor afastarem-se delas. Sem ela, elas exigem demais, de menos ou nada. Sem ela, se calam quando de fato estão ardendo. A Mulher Selvagem é seu instrumento regulador, seu coração, da mesma forma que o coração humano regula o corpo físico.(...) Quando perdemos o contato com a psique instintiva, vivemos num estado de destruição parcial, e as imagens e poderes que são naturais a mulher não tem condições de pleno desenvolvimento.” (Clarissa Pinkola Estés) A VIVÊNCIA No acolhimento e conexão do grupo, vamos permitir que nossa Mulher Selvagem se revele, através dos materiais oferecidos. Com a mediação da arteterapeuta Denise Schinetzky, vamos dialogar com ela, vivificando a potência desse arquétipo de forma muito pessoal, com as nuances particulares a cada uma de nós. Um arquétipo, uma energia, seja masculina ou feminina, se encontra na psique do ser humano, independentemente do gênero com o qual se identifica. Por isso, a vivência é aberta a quem sentir o chamado. MINISTRANTE: Denise Schinetzky

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